terça-feira, 24 de abril de 2012

O Escritório em Qualquer Lugar (The Anywhere Office)


Viagens longas, estar no escritório a horas certas e com flexibilidade limitada são coisas cada vez mais do passado. No futuro vamos assistir a um aumento da mobilidade no local de trabalho que vai criar o “escritório em qualquer lado”, um local onde os funcionários podem trabalhar a qualquer hora e a partir de qualquer lugar.
A flexibilidade e mobilidade no local de trabalho estão a tornar-se componentes atractivas nos processos de recrutamento e retenção. 66% dos profissionais de TI inquiridos afirmaram que aceitariam uma oferta de trabalho que pagasse menos para terem mais flexibilidade na utilização de dispositivos, acesso aos social media e maior mobilidade. Trabalhar a partir de casa também não incentiva a “preguiça”. 45 % dos teletrabalhadores admitem trabalhar duas e três horas extra por dia quando trabalham remotamente.
Aumento da produtividade e retenção de talentos são apenas dois dos benefícios de uma força de trabalho móvel. Sim, há mais.
Hipoteticamente, se 50 milhões de pessoas nos EUA trabalhassem a partir de casa metade do tempo, seria possível reduzir as viagens rodoviárias em cerca de 146 mil milhões de quilómetros por ano. Uma consequência de menos tempo na estrada seriam a prevenção de 77 mil acidentes e mortes no trânsito e também reduzir o consumo de petróleo em 281 milhões de barris. Para enquadrar este número, 281 milhões de barris significam 46% das importações do Golfo Pérsico.
Em 2013, os trabalhadores móveis vão representar 35% da força de trabalho global. Isto mostra-nos um novo mundo de oportunidades. Está a mudar o seu negócio para o novo “Escritório em Qualquer Lado”?

Quem vai ser o líder da mobilidade em 2013? Veja a resposta neste infográfico interactivo.

sábado, 21 de abril de 2012

PRÉFACIO DO LIVRO O FENÔMENO DO EMPREENDEDORISMO

Empreendedorismo e Inovação: requisitos para criar riqueza no futuro Joaquim Borges Gouveia, Prof. Catedrático da Universidade de Aveiro Diretor do DEGEI, Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial da Universidade de Aveiro Nos próximos anos colocar-se-ão enormes desafios decorrentes da actual situação económica mundial, resultante dos processos de globalização cujas consequências ainda estão longe de se encontrarem analisadas e conhecidas. Neste conjunto de novas situações, cada um ver-se-á obrigado a definir um novo paradigma de competitividade, baseando-se num modelo assente na capacidade de conceptualizar, analisar e perspectivar o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou negócios em vez da satisfação de encomendas de terceiros cujo racional passa sempre pela produção de grandes quantidades com custos muito esmagados. Esta alteração de paradigma implica uma maior capacidade científica e tecnológica dos recursos humanos nas empresas e do país, tornando o conhecimento num vector de competitividade absolutamente decisivo. Implica também a capacidade de desenvolver uma nova cultura empresarial, baseada na inovação, na competência, no empreendedorismo e no modelo em rede. Estas características têm de fazer parte dos sistemas nacionais de ensino, formação profissional e educação ao longo da vida. É absolutamente necessário promover o aparecimento de uma nova classe empresarial virada para negócios de base tecnológica e com uma crescente componente de informação e conhecimento de rápida aplicação aos negócios, seguindo o desenvolvimento sustentável. Nesta década, a competitividade dos países e das empresas tem assentado na informação, no conhecimento e na competência dos seus recursos humanos e por isso os factores de competitividade decisivos foram a inovação, a tecnologia e capacidade estratégica e de organização das pessoas e das empresas. A mobilidade e a autonomia de saber fazer e de fazer fazer serão decisivas para que o crescimento económico seja sustentável a longo prazo. E isto só é conseguido com cidadãos mais educados, mais cultos, com uma forte componente ética e responsabilidade social e claramente mais empreendedores. O modelo assente na concorrência foi progressivamente substituído por um modelo assente na cooperação e no partenariado com a procura da satisfação de novas oportunidades para criar novos produtos e serviços, de criar novas oportunidades de negócios e fazer crescer a actividade económica sem que a nossa classe empresarial tivesse a capacidade de alterar a sua postura e mudasse o paradigma de concorrência para uma postura de cooperação e de desenvolvimento de novos produtos e serviços com maior valor acrescentado. A evolução dos negócios e das actividades económicas na última década tem conduzido, cada vez mais, a uma procura de soluções globais para os produtos com uma incorporação de serviços, exigindo uma maior formação académica, científica e profissional dos trabalhadores. A competitividade e a inovação colocam às empresas do nosso país, um conjunto de desafios dos quais se destacam os seguintes: - uma cultura do saber científico e tecnológico; - um espírito empreendedor e de uma capacidade de inovação; - capacidade de auto-aprendizagem ao longo da vida, criando estímulos para a melhoria da produtividade individual e de grupo/equipa; - capacidade estratégica e de visão sobre novas oportunidades de negócios ou novas actividades; - capacidade de liderança, de organização por processos e de gestão por projectos A evolução dos negócios ao longo das últimas décadas tem implicado que novos conceitos e novas tecnologias sejam, utilizados sempre motivados pela crescente abertura dos mercados e internacionalização da economia, devido à globalização dos produtos e serviços, pela necessidade de criação de uma visão sistémica e integrada da empresa, uma crescente flexibilidade dos processos produtivos e por uma cada vez maior diversificação dos produtos e dos serviços. O desenvolvimento económico sustentado é sem qualquer sombra de dúvida, assente na capacidade de gestão da tecnologia e no domínio da utilização das novas tecnologias. É através da tecnologia que se induz inovação de forma sustentada, sendo o acesso à tecnologia e a capacidade de a gerir de uma forma eficaz e eficiente o que torna as empresas mais competitivas e com sucesso mais duradoiro. Mas a rotura de um sistema tecnológico permite a entrada de novas empresas concorrentes em mercados que até aí eram dominados por empresas que detinham o conhecimento das tecnologias maduras existentes no ciclo técnico-económico anterior. Aumenta a probabilidade de entrada no mercado de novos empreendedores. Os novos modelos de organização, planeamento, direcção, gestão, produção e operação das empresas, baseado em redes cada vez complexas, permite a focalização no cliente determinando a melhor relação preço/qualidade, ciclos de desenvolvimento de novos produtos e serviços mais curto, uma resposta rápida aos clientes e ainda a customização, personalização e diferenciação dos novos produtos e serviços das empresas que assentam o seu modelo de competitividade nos recursos humanos, na inovação e no empreendedorismo dos seus colaboradores.

domingo, 15 de abril de 2012

O FENÔMENO DO EMPREENDEDORISMO

O Fenômeno do Empreendedorismo recentemente publicado pela Editora Saraiva - http://www.saraivauni.com.br/Obra.aspx?isbn=9788502144460 é a mais recente publicação do Professor Emanuel Leite Você estaria pronto para desfrutar as inúmeras oportunidades surgidas com a revolução empreendedora que vem se alastrando pelo mundo? Nunca houve incentivos tão fortes nem tantas oportunidades de negócios, cursos de capacitação para os indivíduos que queriam criar seu próprio negócio, como atualmente. Nossa economia só terá a ganhar se um número maior de pessoas optar pelo empreendedorismo. Os empreendedores serão uma fonte de criação de empregos. O mundo precisa urgentemente de pessoas com espírito empreendedor. Na economia do futuro, velocidade, flexibilidade, inovação e empreendedorismo serão fatores mais decisivos do que nunca. Primeira obra que versa sobre empreendedorismo e enfoca realmente o que venha a ser o espírito empreendedor, este é um livro de consulta como um manual para iniciantes e uma fonte de inspiração para todos aqueles que desejam, de fato, entender o empreendedorismo, esse fenômeno que está transformando o mundo. Ideal para todos aqueles que querem ser empreendedores, aspiram ser donos de seu próprio negócio. Escrito fundamentado em longas pesquisas pelo Professor Doutor Emanuel Ferreira Leite, único mestre e doutor com concentração na área do empreendedorismo, no Brasil, professor universitário, pós-doutor em Inovação e Empreendedorismo pela Universidade de Aveiro (Portugal), doutor pela Universidade do Porto, Portugal, introdutor da disciplina de Formação de Empreendedores, nas principais universidades do Estado de Pernambuco Nos anos 80 do século XX, o Professor Emanuel Leite dirigiu a Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns (AESGA). À frente da AESGA liderou o processo de reconhecimento do curso de Administração de Empresas da Faculdade de Ciências da Administração de Garanhuns (FAGA). "A concepção e objetivos que norteiam o curso é a formação de profissionais de administração capacitados para serem empreendedores em micro, pequenas e médias empresas", visando a permitir ao formado a criação de seu próprio emprego (trecho, adaptado, do parecer nº 391/87/ CESu, 2º Grupo, 06/05/87). No início dos anos 90 do século XX, foi um dos “idealizadores”, “formatadores” e coordenadores da 1ª Semana do Pequeno Empreendedor FCAP/UPE, Nos anos 90 juntamente com o Professor Doutor Luis Manoel Borges Gouveia introduziu a disciplina Inovação e Criação de Empresas na Universidade Fernando Pessoa, uma das primeiras experiências de ensino de empreendedorismo em Portugal Para elaborar este livro o Professor Leite contou com a colaboração do Professor Doutor Joaquim José Borges Gouveia, uma das maiores autoridades mundiais em empreendedorismo, doutor pela Universidade do Porto. O Fenômeno do Empreendedorismo – Criando Riquezas é: • Abrangente: cobre todos os tópicos relacionados com o desenvolvimento da capacidade empreendedora, tendo como meios básicos o pleno conhecimento do conceito de espírito empreendedor, comportamento empreendedor, caracterização do empreendedorismo, caracterização dos negócios, a compreensão do ambiente empresarial, da inovação e tecnologia, incubação de empresas de base tecnológica, via incubadora, os riscos do empreendedor, dos valores em que se baseiam a sociedade empreendedora, o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem do empreendedorismo, tendo em vista aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes fundamentais na formação do comportamento e valores empreendedores que levem a uma sólida capacitação em empreendedorismo e a criação da sua empresa. • Extremamente prático: fornece informações detalhadas sobre como detectar as oportunidades que surgem, no dia-a-dia do empreendedor. • Inclui numerosos exemplos de como o empreendedor pode ser bem-sucedido, na árdua tarefa de criar seu próprio negócio. Emanuel Leite foi o vencedor do prêmio Belmiro Siqueira – 2001 - modalidade livro concedido pelo Conselho Federal de Administração